O caminho de Maria Madalena

“Pois sou a primeira e a derradeira.
Sou a honrada e a desprezada.
Sou a prostituta e a santa.
Sou a esposa e a virgem.
Sou a mãe e a filha.
Sou os membros de minha mãe.
Sou a estéril, mas numerosos são meus filhos.
Sou a magnificamente desposada e a celibatária.
Sou a parideira e aquela que não procriou.
Sou a consolação das dores do parto.
Sou a esposa e o esposo
e foi meu marido que me engendrou.
Sou a mãe de meu pai,
sou a irmã de meu marido
e ele é minha prole...
Tende respeito por mim.
Sou a escandalosa e a magnífica.”
— Maria Madalena na Montanha de Sainte-Baume: A vida de uma mulher eremita, selvagem e angelical, Jean Yves Le Loup

O CAMINHO de MARIA MADALENA

A busca pelo conhecimento espiritual e pela liberdade de ser nos remete à busca de Madalena. Após o mistério do Gólgota, ela viaja até a Provence em busca de seu propósito e do encontro com sua espiritualidade.

Maria Madalena não é a pecadora arrependida de quem nos falam os evangelhos canônicos e as tradições recentes, mas a iniciada que transmite os ensinamentos mais sutis.

No período da alma da consciência, temos que abarcar nossa alma inteira e verdadeira com a Madalena que vive dentro de cada uma de nós. Um mergulho em nós mesmas através de seus passos pela floresta que cuida e cura até chegar à gruta em que ela viveu até o fim de seus dias.

Ela toca profundamente a nossa alma, nossas escolhas e desejos. E vamos percorrer os campos de lavanda, no entorno da abadia onde os monges trabalham com a aromaterapia.

Pelo caminho encontraremos também Santa Sara, Marta (arquétipo da mulher atual), Lázaro e José de Arimateia (portador do Graal).

A arte e será nossa forma de expressão mais íntima – a contemplação que se torna puro sentimento expresso em nossas aquarelas. Uma viagem inesquecível registrada em nosso carnê de viagem.

A arte cria laços sociais, rompe o isolamento narcísico. Fazer laços é uma forma de sobreviver, de resistir. Uma forma de expressar, colocar para fora, transformar…

Em dias longínquos, o espírito de tudo o que é terreno foi ter com o espírito do céu.
E foi assim que ele pediu: ‘eu sei falar com o espírito humano, mas peço dar-me aquela língua pela qual o coração do mundo, fala ao coração do homem’.
Foi então, que o bondoso espírito celeste deu ao espírito terrestre a arte.
— Rudolf Steiner

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